21.2.17

Um amor que me faz morrer, e viver de amor

Celebremos, o dia que conta hoje seis anos, somando muitas semanas, dias e horas. Somando muitos sorrisos, lágrimas, afecto, confiança, partilha e amor. E é de amor que hoje falo. Um amor impossível de medir em palavras, gestos, e memórias. Um amor que há seis anos atrás roubou a timidez dos meus olhos e aqueceu o meu corpo frio e nervoso. Um amor que penetrou este coração sonhador e o faz sorrir até hoje, que bate de forma compassada com o teu, que o abraçou. Um amor que é tão grande que faz as borboletas viverem eternamente. Um amor que nos faz querer desenhar mapas de hipóteses infinitas, com futuros cada vez mais próximos. Um amor que é nosso, único, brilhante e nosso. Um amor que eu sinto em cada parte de mim, que me faz sentir coisas que nem sabia existirem. Um amor que me faz acreditar que tudo é possível, quando nos entregamos de corpo e alma e sem reservas. Um amor, tão raro- tenho a maior sorte do mundo, por nos ter. Um amor que me faz morrer de amor, e acima de tudo, viver de amor.

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